" " Sopra o vento... A Lua muda no céu hoje não ouve meu lamento... E na escuridão que sempre me é abrigo, Espanto-me... vejo o pulsar de estrelas em seu negro manto... Brisa... Uma canção mais terna já esquecida se faz ouvir... E onde o som do vôo dos fantasmas ecoavam, Ouço o lufar de asas claras e místicas... Sinto paz... Afasto a mente que me obriga aos pensamentos... Deixo no peito um irreconhecível coração falar de sentimentos... E por um momento a escuridão se desfaz... Asas.. Brilhantes, radiantes, torrentes de luz pulsante... Anjo... esqueço a cabeça pensante... E revelo a Ti meu coração amante. ” Wolf Júnior




Blogs de amigos


" "Em minha cama dormem um rei um príncipe um bandido. Do rei não se nota a passagem é discreto no seu não-comprometimento em fazer "as coisas" que todo mundo faz. A coroa deposita suave, as roupas dobra com cuidado e, com cuidado, não suja os lençóis. Do príncipe o rastro é pequeno, é jovem, há que se ter paciência com a impaciência de seus arroubos, em ensinar-lhe os ritos guiando-o pelos caminhos "das coisas" que todo mundo faz. Do bandido sente-se o cheiro um doce desleixo quando joga as roupas e, de gozo, inunda os lençóis. Mas é amor que existe nesse aparente descuido no barulho do coito no jeito safado de fazer "as coisas" que todo mundo faz. Autora: Mariza Lourenço"




"O tempo passou. Dizem que tempo é remédio para tudo. O tempo faz a gente esquecer. Há pessoas que esquecem depressa. Outras apenas fingem que não se lembram mais..."
Erico Verissimo


4.11.09


Oi pessoal!

O espaço de postagem neste Blog terminou,
agora estou aqui:

www.resquiciosdevida1.blogger.com.br/

Espero vocês lá!
Beijos

Vida


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2.9.09


Eu sempre falei que te amava, mas acredito que minha lingua
não foi específica o bastante...

Vida


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12.8.09


Vida


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30.7.09


Vida


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20.7.09





Sofro
quando me beijas
pelo vazio
que a tua língua
entre meus lábios
depois deixa

(Benno Assmann)


Vida

Vida


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23.4.09






Não peças palavras…
toma de mim a minha boca!!!

Vida


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21.3.09




ainda te respiro, amor

entre o cetim e as dobras

dos meus lençóis

ainda me escorrego, amor

no perfume que deixaste

na insônia do meu faz-de-conta



Beth Ameida

Vida


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13.3.09


Vida


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30.12.08




" " Sopra o vento... A Lua muda no céu hoje não ouve meu lamento...
E na escuridão que sempre me é abrigo,
Espanto-me... vejo o pulsar de estrelas em seu negro manto...
Brisa...
Uma canção mais terna já esquecida se faz ouvir...
E onde o som do vôo dos fantasmas ecoavam, Ouço o lufar de asas claras e místicas...
Sinto paz... Afasto a mente que me obriga aos pensamentos...
Deixo no peito um irreconhecível coração falar de sentimentos...
E por um momento a escuridão se desfaz...
Asas..
Brilhantes, radiantes, torrentes de luz pulsante...
Anjo... esqueço a cabeça pensante...
E revelo a Ti meu coração amante. ”

Wolf Júnior



Vida

Vida


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21.11.08




Vieste-me com voz de sono,
Com rosto de madrugada
E olhos cheios de sonho...

E te recebi com mãos dormentes,
Braços inda muito carentes
Do aconchego teu de sempre.

E não me movi um segundo,
Para não acordar-te do mundo
Que dormia tarde em ti...

Ramon de Alencar

Vida


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Vida


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Vida


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15.7.08







Fujam

Noite,
por que não silencia?
cães, carros, loucos, uivos, berros
desespero ímpar,
Noite,
me leva ao país da eterna adolescência
traga mensagens dos que me amam
quero espaço reservado na Nova Ordem
que apareçam os salvadores da alma
preciso de auxílio para a Travessia
serei bem sucedido?
Chuva açoita janelas
vento arranca telhas
geladeira estremece, vibra
a Travessia será silenciosa?
Êxtase, encantamento
vamos sorrir! conseguem?
Agarrem a mão de suas amadas
e fujam
Noite,
estou triste, tão triste!
Noite
traga noticias dos que me amam

Iosif Landau

Vida


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30.5.08




verdades se rasgam
mansas e aflitas
neste coração
nascido pra te amar
e onde habita esta esperança
que existe e dói
mudo vórtice
de lembranças feitas de cheiros e toques
confundem-se
na memória dos olhos
emprestados às minhas mãos
que tocaram teu segredo
lúcido e quente
mistério de toda nossa coerente loucura
equilibrada
no implacável desejo do teu corpo
que transformado em boca
beijou meus seios
bebendo toda minha essência
me (a)guardando pra sempre
no lugar in-di-visível que sempre te perten-ceu
aonde continuamos escorrendo
pela saudade de um tempo
frágil
que nos esconde e nos desnuda
espreitando
o exato momento pra reacontecer
fecho os olhos
te respiro
e arranco de um lugar que não se alcança
o sorriso mais bonito pra te (re)fazer feliz


Eliane Malpighi

Vida


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27.4.08




* Transforma o meu deserto num jardim secreto.. Lugar de intimidade contigo!!

Vida


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1.3.08





eu...


olho para o homem que me olha, enquanto minha vontade anda perdida em outras
mãos (que, sequer, me tocam).

você não me molha mais, eu penso. e perco a vez (mais uma) de dizer a ele que
meu ponto 'g' nunca foi lá.

meu homem me olha. meu homem. antes eu gostava de chamá-lo assim. antes.
quando ele me chupava e me lambia. antes. quando resfolegava de paixão sobre meu corpo.

antes meu homem me fodia.

agora outro homem não me toca. mais um.

ando precisada daquelas mãos. das mãos do meu outro homem. e de seus olhos.
de sua língua. e de seus dentes (eles rangem quando meu outro homem me come).

ando desesperada de desejo. por ele. (os lençóis guardam o segredo da minha umidade).

meu homem, esse que me olha, ainda me quer. eu sei.

mas é outro homem que aprisiona minhas vontades.

meu outro homem. aquele que, sequer,

me toca: agora.


mariza lourenço

Vida


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26.1.08




A tragédia do homem
é o que morre dentro de si
enquanto ele ainda está vivo .

*Albert Schweitzer

Vida


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6.1.08




Uma parte de mim
ainda vive
A outra já não sei mais...

Vida


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29.12.07


Vida


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25.12.07





Acredito na estação

Do embate assinalado

Envolta no disfarce da alegria

Padeço dias e noites absortas.


Assisto o nascer da alvorada

Envolta no manto do silêncio

Prenúncio de um novo dia:

Negro, incerto, vicioso...


Será vida ou morte a convidada?

Não sei, somente padeço...

Com a inércia que me acompanha

Apenas espero... alma delirante.


Vem o pôr-do-sol com tons

Vibrantes, obscuros talvez...

Encontro-me muda, desnuda;

Das concessões, das emoções...


Neide Salles

Vida


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